Cinema: passado, presente e futuro

Tema: Cultura/ Comportamento

1) Quero contrastar a atual realidade dos cinemas de shopping aos cinemas de rua de São Paulo, baseado na percepção das pessoas que os frequentam ou frequentaram, seja a lazer, a trabalho ou por quaisquer outros motivos.

2) Infelizmente estive apenas uma vez em um dos mais tradicionais cinemas de rua de São Paulo, o Belas Artes, na rua da Consolação. Foi em seu último dia de funcionamento. Me chamaram a atenção a diferente grade de filmes em cartaz, disposição de cadeiras, estereótipo dos frequentadores. Além do Belas Artes, muitos outros cinemas de rua, nos moldes que me contava meu pai, fecham diariamente as portas ou migram para lugares fechados.

3) Gostaria de ouvir histórias de pessoas que frequentavam cinemas de rua e que perderam o costume, ou o cultivam até hoje. O que acham da mudança e o que as atrai neste tipo de entretenimento. O que pensam dos cinemas de shopping? Gostaria de ouvir o inverso, também. Gostaria de saber o que funcionários destes locais pensam a respeito. Quero investigar a causa do sumiço dos cinemas das ruas e a diferença destes para os dos shoppings em relação aos objetivos comerciais, público alvo, etc.

4) O que aconteceu com as salas de cinema ao longo do tempo?

5) Qualquer pessoa que frequenta o cinema, com qualquer frequência e objetivo, é uma fonte viável. Críticos ou profissionais da área podem ser úteis tecnicamente, mas um senhor que vai às sessões na mesma sala há 40 anos também. O proprietário de alguma sala, ou responsável por uma rede de cinemas como UCI ou Cinemark, apesar de mais difícil e burocrático, também deveria ser ouvido.

6) Minha proposta tem um foco específico: as salas de cinema. Entretanto, a mudança deste aspecto ao longo dos anos retrata a evolução de toda uma metrópole, a alteração dos hábitos da sociedade. Trata-se de um olhar ao passado e uma reflexão sobre o futuro.

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Um pensamento sobre “Cinema: passado, presente e futuro

  1. Ok, Vinicius. Apenas tome cuidado para não cair na simples nostalgia. E tenha em mente que vivemos “na sociedade do entretenimento e do lucro fácil”. Esse pano de fundo poderá ser útil pra você. Cuidado também com essa ideia de “ouvir o público”. Além de público ser uma coisa gigantesca e inapreensível, é arriscado armar a reportagem toda em torno de frquentadores porque pode não rolar nada relevvante. Na dúvida, parta para uma reportagem interpretativa (ênfase no debate de ideias). Em frente!

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