Os vampiros portugueses invadem a mente de André Vianco

 

O homem que superou dificuldades e resolveu apostar tudo na chance de viver de escrever

 

Uma mesa encapada de quadrinhos, dos seus quadrinhos, quadrinhos que nasceram de suas histórias. As estantes altas e cheias de livros, aliás, livros por toda a parte. Os banners mostram o universo escuro e sobrenatural.

André Vianco escreveu a maioria dos livros pensando nesse espaço, em realizar esse espaço, em um dia chegar a precisar de um espaço. Os banners são de divulgação de seus livros decoram todo o ambiente. Recortes de matérias que participou estão em quadros nas paredes, o orgulho de ter se tornado especial pelo que fez. Logo na entrada sua secretária atende com um sorriso largo, ela adora trabalhar lá.

O universo fantástico está expresso nessas paredes, porém a fantasia das páginas nasceu de um momento não tão fantástico. Vianco foi demitido e recebeu seu fundo de garantia, ao invés de investir em segurança, André investiu todo o dinheiro em seu sonho, viver de escrever e publicou por sua conta mil exemplares de “Os Sete” no ano 2000.

As primeiras letras vieram na adolescência. Em 1998, nasceu o primeiro romance que foi chamado de “Senhor da Chuva”, porém foi recusado por todas as editoras.  O segundo romance foi “Os Sete” e novamente a recusa veio, não existia um mercado editorial sedento por essas histórias. Os vampiros eram renegados e apenas importados.

Mas André não desistiu, colocando seu próprio dinheiro e da coragem do coração do homem natural de Osasco, “Os Sete” foi para as livrarias. E ele vendeu! Vendeu tanto, que chamou atenção de todas as editoras.

A Novo Século ganhou o escritor.  Hoje, André publica pela Rocco e pela Novo Século. Quem recusou seus trabalhos, agora luta por ele. Outros colegas escritores da Novo Século chamam André de “menino dos olhos” da Editora. Bruna Camporezi, autora de Os Segredos de Landara, disse: “Qualquer evento com a presença dele é diferente. Ele pode publicar pela editora que quiser e escolheu estar com a Novo Século, ele é definitivamente o “menino dos olhos”.”

Os livros ocupam a maior parte do tempo de Vianco, mas outros projetos existem e prometem surpreender o público em breve. Sua secretária, Andréia Melo, 32 anos, disse: “Os projetos andam surgindo e ele está correndo atrás para dar conta de tudo. Para isso, André tem metas e escreve três páginas de literatura por dia”.

Segundo Vianco, ele tem uma motivação: “O que me motiva é deixar o leitor louco de curiosidade, louco para saber o que acontece na próxima página”. Por isso, os livros se tornaram best-sellers, o público lê e lê rápido, quer saber mais da história. Vianco diz: “Sempre me perguntam do próximo livro, mesmo em lançamentos de livros. Sempre me perguntam se eu não vou continuar tal história ou tal conto”.

Atualmente, André está trabalhando na divulgação de seu novo livro A Noite Maldita – Crônicas do Fim do Mundo. Durante a sessão de autógrafos, a Fnac da Avenida Paulista transbordava de fãs.  Todos comentavam sobre as histórias, sobre os livros. Todos ali eram fãs mesmo, tinham todos os livros, conheciam cada pedaço da história e discutiam sobre. Vianco diz: “Isso é normal. Toda sessão de autógrafos é assim. Todo mundo quer conversar um pouco, todos eles conhecem meu trabalho e são apaixonados por ele. Eu acredito que essa é uma característica do gênero, o terror e o vampiresco atraem fãs mesmo e meu estilo de literatura ajuda”.

A sessão de autógrafos na Livrarias Curitiba, no Shopping Aricanduva, os comentários eram os mesmos. Andréia disse: “O relacionamento com os fãs é a parte mais divertida. Eles sempre querem um pouco de atenção exclusiva ou fazer um comentário sobre a obra”. É verdade, fã é sempre igual, de livros, de música.

Sobre os projetos, André se anima: “Eu estou com muitos projetos. Até a Globo me chamou para fazer um roteiro. Eu também quero levar minhas histórias pro cinema. Gosto da coisa audiovisual. Ter em vários modelos a mesma história. Eu fiz um piloto, que eu estou lançando por partes no YouTube, sobre minha história do Turno da Noite. Eu também sou diretor, estou trabalhando em projetos de longas também”.

A temática sempre gira em torno do sobrenatural nas letras de Vianco. O interesse vem da infância, isso é bem notado no escritório do escritor. Ali no canto da estante, bem guardado e bem cuidado, apesar de surrado pelo tempo está um exemplar da Enciclopédia dos Vampiros, esse livro é especial, para André e para quem escreve esse texto. O livro foi um sucesso de vendas no início dos anos 90 e trouxe os vampiros para a imaginação de todos que tiveram contato com aquelas páginas, para Vianco, o livro o incentivou a entrar de cabeça na temática, para mim, aquelas letras eram minhas histórias de ninar narradas pelo meu pai.

As histórias de ninas vampirescas não se restringem a mim, elas também são as histórias narradas por André para suas duas filhas pequenas.  André disse: “Eu sou paizão. Adoro minhas filhas e elas são um pouco cobaias das minhas histórias. Só minha esposa que não é muito fã, ela acha que uma hora as meninas terão pesadelos”.

André discorda, afinal foi na infância que todo interesse pelo sobrenatural surgiu. No começo, a tv com os filmes de terror de sexta à noite despertaram o interesse. A curiosidade superava o medo e ele sempre assistia. Depois vieram os quadrinhos e daí nasceu uma paixão do escritor, os HQ’s influenciaram muito sua obra e agora suas obras viraram HQ’s, essa é uma realização dele. Depois veio a literatura em si, André conta que passava muito tempo na biblioteca e assim surgiu seu amor pela literatura e sua vontade de escrever. Sua paixão pelas letras é uma coisa que ele tenta passar para suas filhas.

A parte família de André acabou ajudando a profissionalizar o trabalho. Ele diz: “Por ser muito família, trabalhar em casa acabava atrapalhando meu ritmo. Quando eu só escrevia, ainda dava para levar, mas com projetos novos, estava ficando complicado. Por isso, surgiu a necessidade do escritório que estamos hoje, e foi bom vir para cá e trazer todas minha coisas para cá.”

As paredes e as estantes mostram a quantidade de projetos que ele está envolvido, o espaço é simples, mas cheio.  O escritório é uma sala grande, sem muitos luxos, mas dando uma volta pelo espaço, André mostra cada detalhe cheio de orgulho. Suas histórias que viraram quadrinhos são muito queridas, ele se enche de orgulho contando sobre o projeto e disse que vem mais por aí. Os vampiros do Rio D’Ouro são as sete figuras mais presentes  em sua obra, eles que iniciaram o sucesso de Vianco e ainda são o carro chefe de seu sucesso.

A escrita de Vianco é diferenciada e bem brasileira. Apesar dos vampiros serem portugueses, ele mixa a história do Brasil com sua ficção. Os vampiros chegaram desse lado do Atlântico na época do descobrimento em um navio, porém o navio naufragou e deixou os imortais adormecidos, quando a embarcação é encontrada por mergulhadores a caixa de pandora é aberta, os caixões são abertos e o terror se instala no Brasil. Uma marca dessa história são os locais, os livros são extremamente visuais e brasileiros, o leitor enxerga Osasco pelas letras do autor e isso que o diferencia, segundo ele. “Minha intenção era ser diferente. Parar de ter um vampiro importado, parar de ter uma história sobrenatural que acontece em um ambiente aleatório e sem importância, eu queria que minha cidade e meu país fizessem parte da história e por isso trabalhei bem nas descrições dos espaços”.

O brasileiro não gostava de um vampiro nacional, em princípio, mas essa cena está mudando. André diz: “As pessoas eram relutantes, só gostavam do importado, mas as coisas estão mudando”. Vianco ajudou a transpor essa barreira, ele abrasileirou o sobrenatural e o tirou da Europa medieval e trouxe para o Brasil do século XXI. Vianco abriu os caminhos e segue desbravando, seus livros continuam no topo das vendas e a trilha que ele abriu já começou a guiar novos escritores. Seguindo seus passos, chegam novas caras da literatura nacional do sobrenatural, como Kizzy Ysatis e Bruna Camporezi, que admiram o autor e seguem a trilha do caminho de El Dorado, que Vianco abriu com Anjos, Demônios e Sete vampiros portugueses.

Letras em verde e amarelo

O que a literatura nacional nos reserva e a nada mole vida dos autores nacionais.

Publicar no Brasil não é um caminho fácil. Entre colocar na caneta no papel (ou os dedos no teclado) e ver seu livro nas prateleiras de uma livraria, o caminho é longo. A cultura nacional não é muito consumida no Brasil, novos autores lutam todos os dias para tirar seus livros das gavetas e colocarem no mundo. Autores mais experientes também vivem os dramas do mercado, mas a lógica já começa a mudar. As temáticas são importantes, afinal o romântico ainda está na moda? Os mistérios ainda chamam a atenção do público?

As primeiras letras

Samanta Holtz é escritora, ela despontou com a editora Novo Século, quando lançou seu romance “O Pássaro”, que lhe rendeu o prêmio Destaques da Literatura. Ela diz: “Quando dizem que a arte é “10% inspiração e 90% transpiração”, não estão mentindo!”. Escrever não é uma tarefa fácil, mas os autores dizem que essa vontade nasceu com eles. Camila Dornas é a autora de “A Linhagem” e disse: “Comecei a escrever quando era muito pequena. Eu tinha um daqueles diários com pequenos corações como fechadura, que carregava para todos os lados, e desde então sou apaixonada pelas palavras. Mas faz pouco tempo que realmente me olhei no espelho e pensei: Quero ser escritora. Não foi algo planejado, fiz o que amava e o resto aconteceu naturalmente.”. Bruna Camporezi é autora de “Segredos de Landara”, sempre foi muito artística, desenhava e escrevia. Aos 17 anos registrou seu primeiro livro na Biblioteca Nacional, mas não ele ainda não chegou até as livrarias. Foi aos 18 anos, com a futura trilogia Segredos de Landara, que ela decidiu tirar o sonho da gaveta. Kizzy Ysatis acredita que deve-se escrever sobre aquilo que se sabe e que se gosta, então seu amor e conhecimento pelos vampiros e criaturas da noite que o levou aos raios de luz. Ele publicou “O Clube dos Imortais”, “O Diário da Sibila Rubra” e “O Mistério do Rio das Rosas Brancas”. Já foi vencedor do prêmio Rachel de Queiroz. Sua literatura diferenciada já caiu no gosto do público e da crítica e até do Jô. Em entrevista ao Programa do Jô, o autor chamou atenção do apresentador que disse: “Esse rapaz escreve sobre um tema marginalizado, faz um livro da maior qualidade e ganha um prêmio importante, isso eu acho fantástico”.

Literatura e os Blogs

O advento da internet e a transição para o digital trouxe a possibilidade do fim dos livros, do fim do papel, porém as histórias não morrem e como disse Kizzy Ysatis: “Sempre terá alguém disposto a comprá-los”.

Hoje no Brasil ainda se lê pouco, porém o quadro está mudando, a venda de livros subiu 13% durante o ano de 2012, e o mercado editorial começou a aprender a aproveitar a internet. Hoje uma forte fonte de divulgação de livros são os blogs. Por meio de parcerias com os autores, os blogs literários divulgam livros, fazem resenha, sorteiam publicações e incentivam a leitura no país.

Bruna Camporezi é parceira de vários blogs e conta como a parceria funciona bem: “Acabei me tornando amiga das blogueiras, uma delas até me ajudou no layout do meu site, e isso funciona muito bem, muita gente que me manda email, conheceu meu livro através de algum blog”.

O livro “O Pássaro” de Samanta Holtz também se beneficiou do conjunto internet e literatura, a divulgação do romance foi baseada no contato on-line e como resultado  Samanta Holtz foi vencedora do prêmio Destaques Literários na categoria Romance Nacional, foi o livro mais votado não somente pelo voto popular, mas também pelo júri técnico, que é composto por blogueiros e críticos.

A Estrada dos tijolos amarelos

A caminhada para publicar não é fácil. Camila Dornas comentou: “escrever é a parte fácil, flui em você como se as palavras corressem no seu sangue. A publicação em si é que é complicada. Achar a editora certa é fundamental”.

Porém encontrar a editora certa nem sempre é fácil, a grande maioria dos escritores demora e leva muitos “nãos” até conseguir levar sua história para o público. Bruna Camporezi chegou a imprimir seis versões do seu livro “Segredos de Landara” e leva-los de mochila até a bienal do livro em 2012 e entregá-los nas editoras, apesar do esforço essa tática não funcionou.

Samanta Holtz do “O Pássaro” também disse que levou uma sequência de nãos e que apenas no seu terceiro livro escrito, ela conseguiu colocar um nas prateleiras. Samanta também contou que registrava o nome da editora e a data do contato e foi olhando uma planilha dessas, que ela resolveu tentar um novo contato com a Novo Século, da segunda vez eles aceitaram e hoje o retorno dessa aposta só cresce.

Porém o mercado editorial não é fácil, uma boa parte das editoras não está recebendo livros originais, principalmente nacionais, só trabalham com o que vem de fora e que já é uma garantia de sucesso. O fato de a editora ser uma empresa, e portanto visa lucros, dificulta o despontar de talentos nacionais. Bruna reclama que: “Nas livrarias, os livros nacionais nunca estão aparentes ou nas primeiras mesas. Nossas publicações sempre ficam escondidas. O brasileiro não dá valor ao que é produzido aqui, temos a mentalidade de tudo que é de fora é melhor, e isso atrapalha muito o desenvolvimento da literatura nacional”.

Divulgação

Um problema muito enfrentado pelos autores nacionais é a divulgação. A editora, muitas vezes, dá apoio na impressão e no lançamento do livro, mas a divulgação da obra em si é papel dos autores. Os blogs de crítica literária nas parcerias ajudam muito, as resenhas e os sorteios levam o livro para muitos lugares. O Facebook é outra arma muito usada por eles e os blogs pessoais dos autores também. Camporezi diz: “Tenho uma relação ótima com os parceiros. Mantenho meu blog pessoal e atualizo sempre. A página do Facebook está crescendo, tenho mais de mil curtidas. Mas eu tento em todas as frentes, faço panfletagem e tudo”. Bruna pensa: “Eu quero ser só escritora, em breve eu terei uma assessora, alguém para cuidar de tudo e eu vou só escrever. Eu tô só no começo, mas eu amo tudo isso. É isso que eu quero ser na vida. Eu amo escrever”.

Quer saber como publicar?

Escreva um bom livro e registre na Biblioteca Nacional. Depois é a hora de enviar para as editoras. Algumas delas, como a Novo Século, trabalham com formulários, o autor preenche um formulário com informações pessoais, sobre a história e envia também uma sinopse, se interessar eles pedem o original. Já outras trabalham diretamente com o original, que deve ser entregue, geralmente, por email ou às vezes, até ao vivo e impresso.

Romantismo

O Romantismo foi gerado sob o impacto revolucionário. O século XIX chega à sombra das Revoluções Industrial e Francesa e traz um novo tipo de literatura. As mudanças e o esqueleto de um mundo capitalista traz um tipo de inconformismo e então surge a necessidade de um escapismo, a necessidade de escapar ao mundo objetivo, à sociedade, ao tempo presente, em busca de refúgio no mundo subjetivo, no indivíduo, no tempo passado. O Romantismo traduz isso e nasce com características nostálgicas, nacionalistas, idealizadas, subjetivas e sentimentalistas. Livros como “Os Sofrimentos do Jovem Werther” de Goethe inauguraram esse movimento e tiveram uma vendagem imensa para a época.

Hoje vemos nas prateleiras um grande número de livros que são chamados de românticos. Algumas pessoas pensam que as temáticas da escola literária estão voltando. Essas opiniões são divergentes. O amor romântico parece ganhar as páginas novamente, porém Kizzy Ysatis acredita que: “não dá pra trazer o Romantismo de volta, não tem como arrancar um tijolo da parede do tempo”. Já a escritora Camila Dornas já tem outra visão: “Aquela coisa idealizada que era o que regia o romantismo ainda está presente em muitos livros autuais. Acredito que o romântico é tão atrativo por que, mesmo se tratando de um livro fantástico, o amor é uma possibilidade real na vida de cada um”.

Porém em um ponto a maioria dos autores concorda: os grandes autores da época ainda influenciam os atuais, os clássicos são clássicos. O Romantismo é visto com carinho principalmente pelos autores nacionais, pois a escola literária do romantismo foi a primeira a desembarcar com os dois pés e toda força no território tupiniquim e evidenciou autores geniais como Gonçalves Dias, Castro Alves e Álvares de Azevedo.

O Mistério

O mistério ainda é presente? Qual será o motivo dele chamar tanta atenção? Ele está presente na literatura desde sempre, Kizzy quando indagado sobre o assunto diz: “O mistério sempre encantou o homem desde a noite dos tempos”.

O homem se interessa pelo desconhecido, está inserido no ser humano. Criamos mitologias, histórias fantásticas e qual será o motivo disso? Talvez seja para fugir do mundo real que nos cerca, aliviar a tensão da rotina e transgredir o comum. A vida rotineira não chama tanta atenção quanto a vida eterna dos vampiros. Os Anjos da Vida não são anjos de verdade. E no fundo, o que a maioria conseguiu exprimir é a máxima do filme baseado no seriado Arquivo X: Eu quero acreditar.

Os autores, os leitores e todo o público buscam nas letras uma forma de ir além, de viver mais, de entrar na história (de preferência, antes de sair da vida). No que depender dos autores, a literatura vai sobreviver, o papel pode extinguir, mas desde o começo dos tempos e até o final deles, os contadores de história cumprirão sua função.

Novos fenômenos literários

  1. Quero propor uma reportagem sobre os novos fenômenos da literatura e da volta do romantismo. Os temas da escola literária voltaram com tudo para o mercado literário e para a vida das pessoas. Também tivemos a releitura dos monstros clássicos em peso nas prateleiras.
  2. Eu percebi observando as livrarias um aumento de livros com temáticas românticas, eróticas e do que era horror. Hoje vendo mistura desses temas e o sucesso que eles fazem criei interesse. Vi grupos se reunindo para discutir os temas, vi o “culto das princesas” surgiu e ganhar força e então criei interesse.
  3. Tenho curiosidade de saber o porquê às características do século XIX ainda são atuais. Gostaria de saber a visão dos autores, os novos autores que se favorecem dessa febre e também dos autores conservadores, que escrevem com monstros antigos e temáticas diferentes.
  4. Por que o romantismo ainda é atual? Por que o sobrenatural cativa tanto?
  5. Eu entrevistaria autores, editores, acadêmicos da área literária, leitores, fãs das sagas. Consultaria as obras originais e as releituras.
  6. Acho que ela especial por contemplar a visão dos autores, se existe preconceito, se é só o mercado que manda. Ela também é especial por puxar uma explicação histórica e diferenciada.
  7. Viés: Literatura
  8. Foco: Novos fenômenos literários
  9. Tema: Cultura